”Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. Jo 14.2-3”

segunda-feira, 16 de abril de 2012

SOLIDÃO

Um frio enorme esta minha alma corta,
e eu me encolho em mim mesmo: - a solidão
anda lá fora, e o vento à minha porta
passa arrastando as folhas pelo chão...

Nesta noite de inverno fria e morta,
em meio ao neblinar da cerração,
... o silêncio, que o espírito conforta,
exaspera a minha alma de aflição...

As horas vão passando em abandono,
e entre os frios lençóis onde me deito
em vão tento conciliar o sono

A cama é fria... O quarto úmido e triste...
- Há uma noite de inverno no meu peito,
desde o instante cruel em que partiste...
J. G. de Araújo Jorge

Pastor Youssef Nadarkhani é condenado à morte no Irã

Pastor Youssef Nadarkhani é condenado à morte no Irã
Homem convertido ao cristianismo é condenado à morte no Irã


O pastor evangélico Youssef Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica. Decisão da justiça iraniana provocou indignação internacional.
Uma decisão da justiça do Irã provocou indignação internacional e protestos de defensores da liberdade de religião. Um homem que se converteu ao cristianismo foi condenado à morte.

Youssef Nadarkhani foi preso em 2009 porque não quis que os filhos estudassem o livro sagrado dos muçulmanos – o Alcorão.

Ele se tornou cristão aos 19 anos de idade e três anos depois, já pastor evangélico, fundou uma pequena comunidade cristã na cidade de Rasht, a noroeste de Teerã.

Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica, e recebeu a sentença máxima: morte por enforcamento.

Durante três anos, o caso foi examinado por cortes superiores iranianas. A esposa de Nadarkhani também foi detida, chegou a ser condenada à prisão perpétua, mas depois foi solta. O pastor, por três vezes, recebeu proposta de abandonar o cristianismo e voltar para o islã, em troca da suspensão da pena de morte. Youssef Nadarkhani não aceitou.

Segundo o Centro Americano de Lei e Justiça – uma organização que defende a liberdade religiosa nos Estados Unidos e acompanha o caso de Youssef – a sentença foi confirmada pelo governo iraniano e a ordem de execução foi dada.

Jordan Sekulow, diretor do centro, vem divulgando em um programa de rádio a perseguição contra Nadarkhani.

“Não sabemos se ele ainda está vivo nesse momento” diz Sekulow. “A ordem de execução não é divulgada publicamente. A única coisa que pode salvar Nadarkhani”, ele diz “é a pressão internacional, principalmente de países como o Brasil, que tem boas relações diplomáticas com o Irã”.

***

Notícia veiculada pelo Jornal Nacional nesta quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012. Fonte: G1

Ainda não se sabe se a pena já foi cumprida. Ore pela igreja perseguida!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Interno morre tentando fugir de clínica em Cachoeiro de Itapemirim

Interno morre tentando fugir de clínica em Cachoeiro de Itapemirim
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CATEGORIAS: DESTAQUE, POLÍCIA

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Ele tentou descer do quarto andar do prédio usando uma corda feita com lençóis
Uma tentativa de fuga acabou na morte de um homem no último sábado (25), em Cachoeiro. Ele era interno da Clínica Psiquiátrica Santa Isabel e tentou descer do quarto andar do prédio usando uma corda feita com lençóis. O corpo foi encontrado na manhã deste domingo (26).

A altura do quarto é de aproximadamente dez metros. O corpo de Nilcimar Ferreira Silva, de 31 anos, foi localizado por um vigia da clínica durante a inspeção de rotina. Ele estava dentro do campo de futebol da instituição. Um outro interno conseguiu fugir e está com a família.

A Polícia está investigando o caso para apurar se houve negligência. De acordo com o delegado Valdemir Cavalcante da Silva, o corpo e o local do acidente passaram por perícia.

A corda usada pelos internos não arrebentou, mas o paciente pode não ter suportado o próprio peso e caído.O Ministério Público será comunicado e deve vistoriar o local ainda essa semana. Caso seja constatada alguma irregularidade, como maus tratos ou superlotação, a clínica pode ser interditada.